Publicado em 15 Agosto 2015
Euclides Oliveira
Cerca de 100 servidores públicos federais lotados no câmpus Uruaçu do IFG (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás) aderiram à greve nacional da categoria para reivindicar, junto ao Governo Federal, a suspensão no corte de verbas na Educação; melhores condições de trabalho; reposição de perdas salariais e otimização do plano de carreira; e a não-aprovação da terceirização como atividade-fim; dentre outros. De acordo com Hugo Barros, servidor do IFG-Uruaçu que integra o Comando de Greve, a paralisação teve início na sexta-feira (7) com a adesão inicial dos 40 técnico-administrativos; e ganhou corpo na segunda-feira (10) quando os 60 docentes também resolveram cruzar os braços. O IFG-Uruaçu conta com aproximadamente 600 alunos (divididos em cursos técnicos e superiores) e, no momento, as aulas estão totalmente paradas por conta da greve. Em nível nacional, segundo Hugo, os cortes na área da Educação este ano devem atingir a impressionante cifra de R$ 9 bilhões. Por isso, houve reflexo direto nas atividades do IFG que, somente em Uruaçu, sofreu contingenciamento de cerca de R$ 400 mil em repasses da União a partir deste mês de julho no orçamento total de R$ 2.550.000,00 que fora fixado em 2014.
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