Publicado em 09 Outubro 2020
DIVULGAÇÃO
O início da campanha eleitoral em Goiâmia ressuscitou a imagem negativa de Maguito Vilela (MDB) junto aos servidores públicos.
Maguito é lembrado por frases que traumatizaram o funcionalismo, como a de que dar reajuste salarial é “salgar carne podre".
Durante sua gestão como prefeito de Aparecida de Goiânia, os professores tentaram negociar com o gestor. Sem serem sequer recebidos, os educadores grevistas invadiram a Câmara Municipal e protestaram.
A reação foi imediata: segundo reportagens da época, a Prefeitura então decidiu cortar o ponto dos professores. “O corte é ilegal. Vamos exigir o pagamento da Prefeitura e vamos entrar na Justiça. Isso é um absurdo, como vamos viver?”, disse Aline Barbosa, que representava o sindicato dos professores (Sintego) na ocasião.
O temor dos servidores é a perda de direitos e o não reajuste, que é garantido por lei.
Vários agentes públicos já lembraram do contexto em que Maguito teria menosprezado os servidores. “Manteve a perseguição ao funcionalismo quando foi governador e entrou para a história por frases como investir em funcionário público corresponde a salgar carne podre, justificativa que deu certa vez ao negar o aumento reivindicado pela Polícia Civil”, disse o conselheiro de contas Nilo Resende.
Ele registrou que Maguito realizou “demissões, corte de benefícios, achatamento salarial e tudo de ruim que podia ser feito contra a sofrida classe dos servidores públicos”.
POLÊMICA
As polêmicas de Maguito com os servidores envolvem também uma acusação de improbidade administrativa de 2018, quando era prefeito de Aparecida de Goiânia. Conforme o site do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), Maguito “cedeu 202 servidores à Câmara Municipal sem qualquer amparo legal e sem justificativa, em desvio de finalidade, tanto na contratação de assessores quanto na cessão propriamente dita, violando, assim, os princípios da administração pública”.
A oposição alegou que Maguito estaria usando os servidores para fazer política, em vez de prestarem serviços públicos para a população de Aparecida. Segundo o MP-GO, a própria Procuradoria de Aparecida atestou que o Estatuto dos Servidores Públicos de Aparecida proíbe a cessão com ônus para o município, o que estava acontecendo, segundo os promotores.
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