Publicado em 22 Outubro 2017
Pedro Gomes
Aproximadamente 100 crianças de Nova Crixás deverão ser atendidas pelo "Projeto Criança Feliz", que foi implantado este mês no município. Trata-se de um importante programa desenvolvido com recursos do Governo Federal, por meio de uma parceria com a prefeitura, através da Secretaria de Assistência Social.
O programa tem como principal finalidade incentivar as famílias a cuidarem melhor das suas crianças. O trabalho funciona da seguinte forma: uma equipe composta por três visitadores vão até as residências das pessoas verificar o nível da relação dos pais ou responsáveis com as crianças e havendo necessidade de mudança são repassadas orientações.
Durante as visitas, os servidores dão dicas essenciais sobre abordagens, técnicas e o tratamento adequado que se deve ter com os pequenos. A forma correta das mães amamentarem os bebês e a alimentação que deve ser colocada na mesa para as crianças fazem parte das instruções estabelecidas para o programa.
"Todos esses cuidados são muito importantes para garantir o desenvolvimento infantil e o crescimento adequado, o que significará mais qualidade de vida. Tudo isso é fundamental, pois crianças bem alimentadas e nutridas e bem aconselhadas tem perspectiva de vida melhor", explicou a primeira-dama FláviaDaniela A. Barretos.
Outra função importante da equipe de visitadores refere-se ao acompanhamento rigoroso do Cartão de Vacinas, pois é fundamental que os pais cumpram com o dever de manter a imunização dos menores em dia, observando o ciclo básico do SUS - Sistema Único de Saúde, tendo em vista que a prevenção de doenças também desempenha papel essencial no resultado das ações de proteção à criança.
A ação comandada pela primeira-dama Flávia está sob a coordenação e supervisão do colaborador Adenísio Fernandes. A equipe visitadora é composta por Glenda de Paula Martins, Raquel Costa da Silva e Aline Cristina Vargas.
O programa visa atender principalmente as famílias de baixa renda, onde o foco está voltado aos pais que, devido à jornada de trabalho mais intensa, precisam ficar ausentes dos filhos por um período mais prolongado.
"Nesses casos as crianças ficam sem uma orientação adequada e assim o programa surge para preencher esse vácuo deixado pela ausência paterna e materna. Ele serve como amparo às próprias famílias", explicou Flávia Daniela.
Os encontros acontecem da seguinte forma: crianças de 0 a 3 anos têm atividades semanais; os 3 a 6 anos quinzenais e as gestantes participam uma vez por mês.
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