Publicado em 22 Agosto 2017
Juvenal Junior
A divulgação, na sexta-feira (18), da Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), do Rio de Janeiro, que coloca Pilar de Goiás na 3º posição no Estado de Goiás no ranking de responsabilidade fiscal, comprova o compromisso de gestão qualificada do prefeito Sávio Soares (PMDB), que recebeu a notícia com surpresa. O pequeno e histórico município foi a única cidade do Vale do São Patrício a alcançar a excelência na gestão de suas contas públicas relativas ao ano de 2016. Já no ranking nacional, a gestão ficou em 56º lugar na qualidade de sua situação fiscal entre 5.570 municípios avaliados em todo País.
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIEJ) avaliou os 246 municípios goianos, que declararam informações à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), em cumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal. O objetivo da análise é fiscalizar e aconselhar os municípios brasileiros sobre o devido investimento do dinheiro. “Para nós, que gerimos a cidade, representa muito esse reconhecimento, apesar de que não estarmos fazendo nada extraordinário, mas sim, aplicando os recursos de forma correta e dando transparência em tudo que fazemos. O resultado da pesquisa passa a ser significativo para a administração do nosso município, quando reafirma nosso compromisso de qualidade e equilíbrio referente ao dinheiro público”, afirma o prefeito.
Ainda de acordo com Sávio Soares, o indicador é uma ferramenta de controle social que tem como objetivo apresentar dados e levantar um debate sobre a forma como os tributos pagos pela sociedade são administrados pelas prefeituras. Nesse contexto, Pilar de Goiás realizou um importante feito, pois ficou dentro do restrito grupo de municípios que não se enquadraram em situação crítica, além de não ter sido inserida na lista de cidades com irregularidades fiscais. A pontuação de Pilar de Goiás ficou acima da média estadual e nacional
Por telefone, Sávio Soares disse ao Diário do Norte que ficou surpreso com o resultado da pesquisa, mas que reconhece os avanços que a cidade experimenta, desde o ano de 2013, quando assumiu a prefeitura. “Naquela época, recebemos a prefeitura falida, com praticamente nada funcionando e, através de muito trabalho, cortando gastos e fazendo conta de cada centavo, conseguimos em pouco tempo equilibrar as finanças, pagar dívidas, recuperar maquinários, fazer investimentos em todas as áreas e, de sobra, conseguimos construir e inaugurar mais de uma centena de obras pelos quatro cantos da cidade”, aponta o prefeito.
O IFGF é composto por cinco indicadores: Receita Própria, Gastos com Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida. A leitura dos resultados é bastante simples: a pontuação varia entre 0 e 1, sendo que, quanto mais próxima de 1, melhor a situação fiscal do município no ano em observação.
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