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Onça parda morre após atropelamento na rodovia BR-153


Publicado em 06 Março 2021

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Divulgação
Espécie que corre risco de extinção vítima de atropelamento na 153
Espécie que corre risco de extinção vítima de atropelamento na 153

A falta de sinalização, o excesso de velocidade e o capim alto às margens das rodovias podem ser um dos fatores pelos altos índices de atropelamentos de animais silvestres por todo o Estado de Goiás. 
Principal corredor que liga o Sul do Brasil até o a Região Norte, a BR-153 é um exemplo triste de atropelamentos de animais. Quem trafega pela via, relata ter visto dezenas de animais mortos as margens da pista. São Tamanduás Bandeira, Lobos, Quatis, Tatus e até Antas já foram flagradas atropeladas. 
Na semana passada, entre Rialma e São Luiz do Norte, uma onça parda fêmea foi atropelada em plena luz do dia. O animal teria morrido na hora. Testemunhas disseram que o animal estava com os peitos cheios, o que indica que poderia estar amamentando. 
Em contato com o posto da Policia Rodoviária Federal, os agentes informaram que não foi registrado nenhum atropelamento de animal. Alguns grupos que trabalham na defesa da fauna e flora explicam que poucos animais conseguem sobreviver ao acidente e muitos são encontrados mortos às margens das estradas antes que o socorro possa chegar.
"É sempre importante frisar que o condutor respeite a velocidade permitida na via, que ele ande com atenção. Muitas vezes, com o excesso de velocidade, ele avista o animal, mas não consegue frear por que está em cima", explicou um patrulheiro da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Jornal Diário do Norte

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