Publicado em 06 Março 2021
A falta de sinalização, o excesso de velocidade e o capim alto às margens das rodovias podem ser um dos fatores pelos altos índices de atropelamentos de animais silvestres por todo o Estado de Goiás.
Principal corredor que liga o Sul do Brasil até o a Região Norte, a BR-153 é um exemplo triste de atropelamentos de animais. Quem trafega pela via, relata ter visto dezenas de animais mortos as margens da pista. São Tamanduás Bandeira, Lobos, Quatis, Tatus e até Antas já foram flagradas atropeladas.
Na semana passada, entre Rialma e São Luiz do Norte, uma onça parda fêmea foi atropelada em plena luz do dia. O animal teria morrido na hora. Testemunhas disseram que o animal estava com os peitos cheios, o que indica que poderia estar amamentando.
Em contato com o posto da Policia Rodoviária Federal, os agentes informaram que não foi registrado nenhum atropelamento de animal. Alguns grupos que trabalham na defesa da fauna e flora explicam que poucos animais conseguem sobreviver ao acidente e muitos são encontrados mortos às margens das estradas antes que o socorro possa chegar.
"É sempre importante frisar que o condutor respeite a velocidade permitida na via, que ele ande com atenção. Muitas vezes, com o excesso de velocidade, ele avista o animal, mas não consegue frear por que está em cima", explicou um patrulheiro da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Dona Laura: a benzedeira de 70 anos de carreira
CERES/CARMO DO RIO VERDE: Homem passou aperto com coco no ânus
Governo publica lista de nomes dos anistiados da Caixego
Quatro pessoas morrem em acidentes em Porangatu
Adolescente engravida a própria irmã de 12 anos
Casal morre carbonizado em acidente na Rodovia do Muquém
Vereador de Campos Verdes tenta matar amante a tiros
Padre Edilson deixa de ser padre
Mulher de ex-candidato a prefeito de Formoso morre em acidente
Homem surta, entra na igreja armado e fere fiéis durante culto