Publicado em 05 Outubro 2022
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O vice-governador Lincoln Tejota ressaltou que a região Norte de Goiás é alvo de transformação desde o início do mandato, com diversas entregas para a população. Ele cita a conclusão de rodovias importantes como o trecho entre Nova Iguaçu e Santa Terezinha de Goiás, com acesso ao Hospital de Urgências de Uruaçu. Além da rodovia Guarinos – Pilar de Goiás. Em fase de execução estão Crixás – Nova Crixás e a Estrada do Boi entre Brasília e o Norte do estado. Lincoln concedeu entrevista à Rádio Popi News, de Uruaçu, nesta quarta-feira (5).
Além disso, aponta para perspectivas abertas com a melhoria econômica e investimentos que virão com as operações nas ferrovias na região. Para isso, segundo ele, é preciso agora preparar os municípios para crescerem e se desenvolverem.
“Temos convicção de que, com o aquecimento da nossa economia, essa região tem avançado muito. Abrimos a perspectiva e temos boas expectativas. Com a Ferrovia Norte-Sul, o desenvolvimento vai chegar. Temos que preparar essa região para recebê-lo, com cursos técnicos e melhorar a infraestrutura das rodovias”, diz.
Lincoln Tejota salienta que o objetivo do governo de Goiás é entregar uma Região Norte capaz de gerar empregos, e que conte com serviços públicos de qualidade. “É um local que foi por muito tempo esquecido. Temos que dar a resposta que a população merece.”
Goiás de Resultados
O vice-governador, durante a entrevista, reforçou ainda a importância do Programa Goiás de Resultados para a formulação e entrega de políticas públicas para o estado. Ele cita que, nesses quase quatro anos, foram entregues aproximadamente 3 mil produtos à população. Entre eles o Aluguel Social, a CNH Social, melhoria dos índices de segurança pública, entre outros.
Lincoln Tejota aponta que teve a oportunidade de fazer uma gestão, ao lado do governador Ronaldo Caiado, que focou na entrega de resultados, o que ajudou na reeleição do governador de forma histórica, no primeiro turno.
“Meu papel foi de transformar as demandas da população em políticas públicas que mudassem a vida delas. Na segurança pública, a população dizia: ‘Em Goiás, não queremos que se gaste mais com presidiário do que com professor”. Fui atrás para transformar isso em política pública. No início do mandato, tínhamos somente 300 detentos que trabalhavam de forma isolada. Mas não tinha política pública. Pegamos os melhores modelos do Brasil e os implantamos aqui, dando suporte com a integração e sinergia necessárias”, conclui o vice-governador.
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