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Justiça reconduz Júnior do Jonas pela segunda vez ao cargo

Prefeito foi cassado pela Câmara mas juiz garantiu sua volta


Publicado em 25 Novembro 2019

Pedro Gomes

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O Poder Judiciário decidiu pela segunda vez consecutiva manter no cargo o prefeito de Mutunópolis, Jonas Luiz Guimarães Júnior, o Júnior do Jonas, afastado do cargo por decisão da Câmara Municipal, na terça-feira (19), por 7 votos contra 2, acusados em processo que tramita na Casa de Leis por ato de improbidade administrativa.
A posse do novo prefeito seria na quarta-feira mesmo, mas isto não aconteceu porque na cidade justamente neste período faltou energia elétrica. No início da tarde de quinta-feira (21), o presidente da Câmara Municipal, Carlos Antônio Soares, o Tiguinha, chegou a tomar posse no cargo de prefeito, depois de empossar também o vereador Carlito Matias presidente interino da Mesa Diretora do Poder Legislativo.
Porém, no mesmo dia, por meio de liminar concedida em mandado de segurança, o juiz da Comarca de Estrela do Norte Andrey Máximo Formiga concedeu tutela de urgência e determinou a suspensão dos efeitos do Decreto Legislativo e, por conseqüência, a recondução imediata do prefeito e da sua vice. 
No mês de agosto, a Câmara Municipal por meio de uma CEI - Comissão Especial de Inquérito decidiu, pelo mesmo placar, pelo afastamento por 90 dias do prefeito e da vice-prefeita com base nas mesmas acusações. Segundo a denúncia protocolada pelo advogado e morador de Mutunópolis Eder César de Castro Martins, Júnior do Jonas e a vice-prefeita teriam usado bens móveis do município para beneficiar na construção de três mata-burros, retirar areia e construir represa em uma propriedade rural pertencente a vice-prefeita e ainda utilizado funcionários, maquinários e veículos do município para realizar o transporte de material de construção para a citada propriedade rural, que por sua vez está situada no município vizinho de Amaralina.
Na época, o juiz Andrey Máximo também decidiu por manter nos cargos os gestores públicos, tendo em vista que na visão do Poder Judiciário, os acusados não tiveram acesso à documentação e por consequência ao amplo direito de defesa.

 

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