Publicado em 30 Outubro 2016
O governador Marconi Perillo afirmou em entrevista coletiva, no Palácio das Esmeraldas, para radialistas do Sudeste goiano, que o Brasil vive a maior crise econômica da história e que Goiás, apesar de ter iniciado um ajuste nas despesas antes do agravamento da crise, ainda sofre os efeitos dela. Ele disse trabalhar “para que a máquina do Estado funcione cada vez melhor” e que não mede esforços para bancar o custeio dos serviços básicos. “Quem vai a uma agência do Vapt Vupt, por exemplo, percebe que os serviços do governo estadual são de altíssimo nível, serviços de primeiro mundo. Quem vai a um hospital administrado pelo governo estadual hoje sente a diferença, em termos de qualidade”, apontou. Lembrou que o vice-governador e secretário de Segurança Pública, José Eliton, que sofreu recentemente um atentado em Itumbiara, se recuperou em um hospital da rede pública. “Agora, recentemente, o vice-governador sofreu um atentado, para qual hospital ele foi? Para um hospital público”, afirmou em referência ao fato de Eliton ter sido atendido no Hugol. O governador disse que o momento é de compreensão para com os gestores públicos, que precisam fazer os ajustes necessários, sob pena de inviabilizarem os governos. "Muita gente pede aumento salarial hoje, mas se esquece de que se as coisas não melhorarem, amanhã pode deixar de receber aposentadoria, pode deixar de receber os salários”, declarou.
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