Publicado em 01 Julho 2012
Euclides Oliveira
Eram 23h55 do sábado (30) em Niquelândia quando - finalmente - Gilmar Inácio Louredo (PPS) e Durcilene Ribeiro (PSDB) concordaram em posar para as fotos que confirmaram os nomes do ex-vereador por dois mandatos (2001/2004/ 2005-2008) e da empresária do setor supermercadista (também ex-secretária de Indústria e Comércio; e de Governo do município) como candidatos a prefeito e a vice-prefeita da cidade de 42 mil habitantes, nas eleições municipais deste ano. Eles terão apoio de cinco partidos: do PPS; do PSDB; do PRB; do PHS; e do PTB (do prefeito Ronan Rosa Batista). No escritório do advogado e presidente do PSDB local, Carlos Godoi - sede provisória do ninho tucano na cidade - os momentos que antecederam a lavratura das atas de convenção foram marcados por muita tensão: rejeitado na última semana como candidato a prefeito de Niquelândia após Ronan sofrer forte pressão de Godoi (e dos demais então quatro pré-candidatos da base aliada ao prefeito) o atual vice-prefeito da cidade, José Antonio de Oliveira - o popular Zé da Caixa (PSDB) - não hesitou: vai disputar uma vaga de vereador na Câmara Municipal de Niquelândia - para espanto de todos - que esperavam que o mesmo ficasse totalmente indiferente e apagado no processo sucessório na cidade. Sabendo de antemão que Zé Antonio da Caixa poderá obter maciça votação para conseguir uma cadeira no Poder Legislativo, os demais candidatos a vereador do tucanato niquelandense ameaçavam não assinar a ata da convenção proporcional PSDB-PPS-PHS, por volta das 21 horas daquele dia. Zé Antonio também não queria assinar a ata, caso seu nome não fosse homologado como candidato a vereador. O impasse quase fez com que Durcilene retirasse seu nome da chapa majoritária, já que a pretensa vice-prefeita havia filiado nomes de seu grupo político para disputar a vereança. Depois de seguidas reuniões a portas fechadas de pequenos grupos dos cinco partidos (e da presença do próprio Zé Antonio que chegou às pressas ao local, por volta das 22h30) o imbróglio acabou sendo totalmente contornado. Apesar de completamente rachada em Niquelândia, a base do governador Marconi Perillo (PSDB) no município entra na disputa com um nome forte - Gilmar Louredo é tido como o herdeiro do legado político do falecido ex-prefeito Joaquim Tomaz de Aquino (PSDB) - mas o clima "carregado" da convenção aponta para a necessidade de uma grande união das legendas que gravitam em torno do candidato a prefeito pelo PPS, para a obtenção da eventual vitória no dia 7 de outubro.
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