Publicado em 26 Outubro 2020
A semana de campanha que se encerrou na cidade de Rialma terminou com a confecção de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) na Polícia Civil. O autor do TCO é o prefeito Fred Vidigal, que flagrou a distribuição de farto material com denúncias infundadas e difamatórias contra a sua gestão. “Lamentável que isso tenha ocorrido. Sou candidato à reeleição e conduzo minha campanha no campo das ideias e das propostas para a cidade. Mas, infelizmente, tive que acionar a polícia para encerrar essa onda de denúncias e tentar dar um basta à política do ódio”, lamentou o prefeito, em entrevista exclusiva ao Diário do Norte.
De acordo com Fred, a sua assessoria flagrou uma pessoa distribuindo jornais de casa em casa contendo uma reportagem com teor inteiramente tendencioso e calunioso, uma vez que a denúncia já tinha sido protocolada no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e foi arquivada por unanimidade absoluta por falta de provas.
“Quem me conhece sabe como eu trabalho e conduzo a gestão aqui à frente da Prefeitura. Transparência total. Não há o que esconder, mas os meus adversários políticos se escondem no anonimato das denúncias para me difamar e caluniar a gestão”, lamenta Fred.
Questionado pela reportagem se por trás das denúncias há interesses políticos e eleitorais, o prefeito disse não ter nenhuma dúvida sobre a origem do material. Segundo ele, o entregador de jornal disse que foi contratado para divulgação do material contendo as falsas acusações.
A pessoa foi conduzida à delegacia e confessou que foi contratada para distribuir o material.
O Diário do Norte teve acesso aos documentos do TCM que inocentam o prefeito em decisão unânime dos conselheiros. De acordo com os documentos, as denúncias foram encaminhadas ao TCM de forma anônima, sem provas e foram analisadas e arquivadas.
Com o arquivamento da denúncia no Tribunal de Contas dos Municípios, os autores não se conformaram e foram à Polícia Civil apresentar a mesma denúncia, que teve o mesmo desfecho, ou seja, o arquivamento. Ao consultar os valores dos contratos, fruto da denúncia, ficou evidenciado que os valores pagos em Rialma estavam, na verdade, cerca de 30% abaixo daqueles praticados em cidades vizinhas.
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