Publicado em 18 Fevereiro 2019
Juvenal Junior
O clima esquentou mais uma vez na sessão da Câmara de Rialma, na semana passada. Depois da aprovação de vários requerimentos, que foram apresentados pelos vereadores e também de alguns projetos de leis, os parlamentares usaram da tribuna para se manifestarem acerca de diversos assuntos. Sob a presidência da vereadora Hênia, a sessão teve que ser paralisada por cinco minutos em divergência sobre a aprovação da ata da sessão anterior. Os debates calorosos prometem ser a tônica das sessões daqui para frente, desde que um grupo de vereadores se posicionou na oposição.
O embate das últimas sessões ainda é vestígio da eleição da mesa diretora, ocorrido no final do ano. Conforme a vereadora Meire Matias, que usou a tribuna para explicar todo o processo, algumas semanas antes da eleição, ela e mais quatro vereadores (Ismael Rosa, Jusleide Neris, Geraldinho e Rodriguinho) teriam entrado em acordo para eleger o novo presidente, e o escolhido teria sido Rodriguinho. O grupo teria apresentado a chapa ao prefeito Fred Vidigal e o mesmo teria aceito a escolha.
Com tudo, de acordo com Ismaelinho, a vereadora teria se posicionado como a salvadora da pátria, deixando o restante do grupo em situação delicada, como se todos fossem um perigo para a gestão. Após a reunião, Meire discursou que teria sido expulsa do grupo. Ismaelinho, por sua vez, alegou que ninguém foi expulso, mas que a vereadora não poderia agir daquela maneira, deixando seus colegas em situação vexatória perante o prefeito. O resultado disso é que a vereadora Hênia Alves foi eleita e desde então, os embates começaram.
A primeira oradora da noite foi a vereadora Meire Matias, que cobrou que fosse incorporado na íntegra na ata da sessão anterior as supostas acusações feitas pelo vereador Ismael Rosa. Segundo a parlamentar, na sessão anterior, o vereador teria acusado ela de ter contribuído para a demissão da secretária Elaine Cristina, além de fazer jogatinas e conchavos. Por outro lado, Ismael desmentiu a vereadora e disse que não havia falado nada daquilo e que bastaria averiguar sua fala para perceber que aquilo não era verdade. "O que eu comentei foi que a prefeitura demitiu e remanejou várias pessoas", disse.
Sem tomar partido, o vereador Paulinelly Geraldo Carneiro entrou no assunto e afirmou que não iria entrar no mérito da discussão, e que aquela Casa era o local ideal para discutir propostas e ideias. "Hoje, temos um grupo de situação e oposição e cabe ao prefeito fazer as mudanças que eram necessárias. Na gestão passada fui oposição durante quatro anos e mantive firme as minhas convicções", disse.
Dona Laura: a benzedeira de 70 anos de carreira
CERES/CARMO DO RIO VERDE: Homem passou aperto com coco no ânus
Governo publica lista de nomes dos anistiados da Caixego
Quatro pessoas morrem em acidentes em Porangatu
Adolescente engravida a própria irmã de 12 anos
Casal morre carbonizado em acidente na Rodovia do Muquém
Vereador de Campos Verdes tenta matar amante a tiros
Padre Edilson deixa de ser padre
Mulher de ex-candidato a prefeito de Formoso morre em acidente
Homem surta, entra na igreja armado e fere fiéis durante culto