Publicado em 16 Fevereiro 2020
Durante a audiência pública, os representantes da Enel tiveram 30 minutos para expor tudo que foi feito desde a compra da Celg D e principalmente desde fevereiro de 2019 para solucionar a crise energética em Goiás. De acordo com o presidente da empresa no Estado, José Luiz Salas, já foram investidos cerca de R$ 2 bilhões e a expectativa é de que sejam aplicados ainda mais R$ 3,2 bilhões. “É um investimento que está sendo feito, e que será feito, no Estado como um todo. Na Região Norte, por exemplo, temos várias obras para entregar como em Luziânia, Uruaçu, Formosa, Anápolis e na Região Sul, em Morrinhos, Iporá, Rio Verde”, anunciou.
Na tentativa de justificar a queda da qualidade do serviço prestado, o diretor de Infraestrutura e Redes da Enel, Guilherme Lencastre, retomou o discurso de que assumiram a companhia com muitos problemas. “O que posso dizer hoje é que os problemas são menores”, disse. Em seguida, o diretor reforçou que a meta é dialogar mais com a população e demonstrar na prática como está o andamento dos investimentos realizados. “Estamos construindo esse caminho, com muito empenho, vontade, motivação. Queremos trabalhar juntos com o Estado e com a sociedade”.
Presente na audiência pública, o diretor da Aneel, Rodrigo Limp, defendeu que a qualidade do serviço prestado pela Enel está abaixo das médias. “Os indicadores de qualidade estão muito aquém do que a Aneel entende como adequado”, destacou.
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