Publicado em 22 Dezembro 2016
Pedro Gomes
AJustiça Eleitoral entregou na semana passada os diplomas de habilitação política à posse para prefeitos, vice-prefeitos, vereadores eleitos no dia 2 de outubro e suplentes de vereadores de catorze cidades das regiões do Vale do Araguaia e Norte do Estado.
Foram diplomados os eleitos de Aruanã, Araguapaz, Mozarlândia e Nova Crixás que pertencem à 110ª Zona Eleitoral, comarca de Mozarlândia. Formoso, Montividiu do Norte, Santa Tereza de Goiás e Trombas, da 125ª Zona Eleitoral, Comarca de Formoso. Mara Rosa e Amaralina, 88ª Zona Eleitoral, Comarca de Mara Rosa. Minaçu e Campinaçu, 130ª Zona Eleitoral, Comarca de Minaçu. E Niquelândia e Colinas do Sul, 41ª Zona Eleitoral, Comarca de Niquelândia.
Durante as entregas de certificados, os juízes e promotores eleitorais falaram de ética na política e na sociedade, criticaram as mudanças no projeto anticorrupção e recomendaram aos políticos eleitos que trabalhem de forma séria e honrada para benefícios das comunidades às quais eles irão representar nos próximos quatro anos.
Os prefeitos diplomados prometeram realizar um excelente trabalho, sobretudo voltado para o bom atendimento dos anseios da sociedade.
Dois prefeitos eleitos não foram diplomados: Valdeto Ferreira Rodrigues, do PSB de Niquelândia, que teve o registro de candidatura cassado pela Justiça Eleitoral devido a irregularidades administrativas denunciadas na sua gestão na prefeitura no exercício 1993/1997 quando foi prefeito; e em Trombas, o juiz eleitoral Jonas Nunes Resende sentenciou na quinta-feira (15) pela cassação do registro do prefeito eleito Agostinho Nóbrega Rodrigues (PSDB) e do vice Ronoel Dourado Júnior. Os dois foram alvo de Ação de Investigação Judiciária Eleitoral e acusados de se valerem de estratégias proibidas em lei para conquistar votos.
Agostinho venceu as eleições em Trombas com diferença de apenas 82 votos. Ainda de acordo com a sentença do juiz Jonas Nunes, os dois candidatos terão que pagar multa de 50 mil Ufirs cada um, além de ficarem inelegíveis por oito anos. De acordo com a denúncia, os dois candidatos teriam feito promessa de realização de serviços de aragem de terras de propriedades rurais privadas em troca de votos.
Vereadores de algumas cidades também não compareceram às cerimônias de diplomação, a exemplo de Fabinho Santana, de Minaçu. As motivações para a ausência foram variadas.
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