Publicado em 06 Setembro 2023
A dinâmica de trabalho implantada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) no governo de Ronaldo Caiado fez da pasta um sinônimo de resolutividade. Segundo o vice-governador, Daniel Vilela, a atual gestão criou ferramentas que otimiza, dá transparência, agilidade e legalidade a todos os processos.
“Sempre recebemos pleitos sobre alguma situação que envolve os processos que tramitam na Semad. Hoje tenho tranquilidade, porque sempre que há questionamentos, sei que o problema está na forma como a pessoa está requerendo sua licença, pois e não com a Secretaria. Agora nós temos confiança, pois a gestão é transparente e, do ponto de vista da honestidade, é inquestionável”, afirmou Daniel Vilela durante o evento que marcou a assinatura do Pacto pelo Desmatamento Ilegal Zero, feito pelo Governo do Estado e do setor produtivo goiano.
O pacto assinado reafirma o papel do Governo de Goiás na proteção do patrimônio ambiental, aliada à construção de uma economia sustentável, conforme também foi destacado pelo vice-governador. Segundo ele, o estado está na vanguarda do tema ao colocar em prática uma medida debatida mundialmente. “Assim como no agronegócio, Goiás sai à frente também com o pacto de desmatamento ilegal zero”, afirmou.
Titular da Semad, Andreia Vulcanis, também ressaltou o ineditismo da iniciativa. “Nosso pacto é real, há um compromisso estabelecido, há assinaturas postas no documento. Ao firmarmos esse pacto pelo desmatamento ilegal zero, ele não é só um simples documento de compromissos mútuos pelo cumprimento da lei. Ele representa um gesto de confiança, lealdade e responsabilidade”, reforçou.
O pacto prevê a redução gradativa do desmatamento no Estado, que em 2022 foi de 63 mil hectares. Até 2025 a previsão é reduzir em 25% as atividades ilegais que prejudicam o meio ambiente, com a expectativa de zerar este número em 2030. Para isso, entre as estratégias que serão adotadas pela Semad estão fortalecer a fiscalização ambiental; agilizar as autorizações de licenças ambientais; valorizar a vegetação natural com a implantação do mercado de carbono, fortalecer as cadeias de produtos oriundos de áreas conservadas; promover a recuperação de áreas degradadas e ainda, implantar programas de compensação e reposição florestal e compensação por danos.
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