Publicado em 16 Fevereiro 2020
Juvenal Junior
Com a queda de quase 13% na principal receita do município, o FPM, o prefeito de Uruana, Cássio Gusmão, encaminhou, na semana passada, veto à Câmara de Vereadores a respeito do autógrafo de lei que fixa subsídios aos agentes políticos (prefeito, vice-prefeito, vereadores, secretários e controladores internos). "O país passa por uma crise financeira extremamente grave e em Uruana não é diferente. Nossa principal fonte de receita vem caindo nos últimos meses e não seria honesto aplicar um aumento aos agentes políticos", escreveu o prefeito numa rede social, ao anunciar o veto de aumento salarial.
Cássio sustenta que o município tem tido dificuldades para manter os serviços essências em dias e seria uma incoerência aprovar o reajuste dos agentes políticos nesse momento. "Sou totalmente contra este projeto, visto que nosso município tem passado por momentos difíceis com a diminuição na arrecadação e queda no FMP. O momento não é propício e minha postura é transparente: estou contra e por isso, vetando, a concessão de qualquer subsídio a agentes políticos", disse.
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