Publicado em 27 Setembro 2020
Na semana que se iniciam as campanhas municipais, quando serão eleitos prefeitos e vereadores, o Diário do Norte conversou com o engenheiro civil Thiago Mendonça, candidato a prefeito pelo PSDB em Rialma. Como profissional da área de construção civil, ele diz que vai apresentar à comunidade um projeto viável e arrojado para sanar o déficit habitacional da cidade que, segundo ele, gira em torno de 242 demandas, conforme relatório da CEF. Segundo ele, município do porte de Rialma não consegue realizar um programa habitacional com recursos próprios, entretanto, "existem programas do Governo Federal disponíveis para serem implantados, cabendo apenas ao gestor apresentar um projeto viável, e é justamente nisso que estamos trabalhando".
"Como engenheiro civil e credenciado pela Caixa Econômica, tenho propriedade para afirmar que este projeto é viável e vamos apresentar durante a nossa campanha. Thiago, mas como funciona esse programa? Você pode estar me questionando. Então vamos lá, deixa eu explicar como isso vai proceder. Falo de experiência própria, justamente por trabalhar nesta área, e acompanhar inúmeros projetos com este modelo. Este projeto que estamos falando é apresentado nos mesmos moldes do Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal. Pode ser que este projeto mude de nome, mas as diretrizes são as mesas. Neste programa há um subsidio de R$18.500,00 do governo federal e outro de R$11.000,00 do governo estadual. O restante para cada unidade habitacional é proveniente do FGTS. De início fazemos a triagem das pessoas, depois monta os processos individualmente das famílias selecionadas. Não existe recursos por parte do município, mas sim, o engajamento do convenio, além da área onde serão construídas as unidades, que inclusive será paga pela Caixa", informou.
"Passados esses tramites, licitamos a empresa encarregada para construir as moradias. Mas antes, será feito toda a infraestrutura, uma vez que este projeto necessita de um espaço amplo, já com todas as infraestrutura disponível, como água, luz, asfalto, esgoto e etc. A medida que as obras vão avançando, a caixa confere e vai liberando os recursos. Temos projeto para resolver esse problema", concluiu.
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